quarta-feira, 11 de setembro de 2013
domingo, 11 de novembro de 2012
sábado, 7 de julho de 2012
Parabéns Neuminha
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Yasmim,
“Se em algum momento quando conversarmos eu esquecer-me do que estavamos a falar, tem paciência comigo e ajuda-me a lembrar. Talvez a unica coisa importante para mim naquele momento, seja o fato de te ver perto de mim e dando-me atenção e não o que falávamos.’Hoje é teu aniversário: brinque, comemore,sorria, festeje, abrace,pense, reflita, reveja, entenda, perdoe.
Jesus te abençoe sempre. Parabéns
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terça-feira, 13 de março de 2012
A Jornada

"Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o AMOR existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena!"
Adriana Britto



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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Cinema, Uma Paixão desde Menino

Do Cine São Raimundo minhas lembraças não alcançam o seu início, mas lembro bem do meu primeiro filme, O Grilo Falante - um desenho animado. E o filme que estreiou a nova tela em cinemascope, O Príncipe Valente.


E do Cine Miramar lembro o dia dia da inauguração, um sábado, a tarde. Sessão grátis, cinema lotado. O filme A Ilha Misteriosa e a noite o filme Fôlhas Mortas.Visite outros blog clicando no link abaixo:
E Por Falar Em Areia Branca
Tome Nota
Falando Nisso
Areia Branca...Eu e Você
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Outros Tempos
Dep.Federal Antonio Florêncio,Governador Cortez Pereira,Ministro do Transporte Mario Adreazza, na inauguração. - Imagem: azougue.comUm comentário
Olá, meu nome é Antonio Cordeiro e resido em Areia Branca, uma cidade litoranea no interior do Rio Grande do Norte. A cidade é de clima agradável e de uma beleza encantadora. Suas praias são lindas. Destaco, também o Porto-Ilha, uma plataforma em aço e areia construída em alto-mar ou mar-aberto. Vale a pena conhecer, desfrutar da hospitalidade e provar da culinária regional. Venha até aqui.
Mas
Quero me reportar ao ano de 1973, ano que marcou profundamente a vida sócio-economico de Areia Branca. Foi neste ano que começou a entrar em funcionamento o Terminal Salineiro de Areia Branca, ou Porto-Ilha como é conhecido. A cidade, cuja economia dependia basicamente da mão-de-obra, aí considerada as atividades exercidas desde a extração até a exportação do sal, e que dava emprego a centenas de salineiros, dezenas de estivadores, dezenas de conferentes e outras tantas dezenas de trabalhadores da orla marítima, viu, a partir de então, ir minguando esse contigente de mão-de-obra operária.
Foi o preço do progresso. A modernização dos serviços. Alguns, por motivo de doenças profissionais, procuraram a previdência social em busca do auxílio-doença, outros saíram a procuram de trabalho. Partiram para outros estados cujos portos aceitavam trabalhadores "de fora". Portos como Santos, Recife e Paraná. Creio ter sido, naquela década, a notícia que mais atingiu os areiabranquenses, senão a pior, agravada mais pelo fato do porto inaugurado não ter sido o Continental, que era o sonhado pela comunidade.
Postagem em 08/12/2004 em blogger desativado
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Triste Partida

Ainda menino e brincando com outros meninos, meus amigos pelas ruas - que eu diria de saudosas memórias tão ternas quanto algodão pelo muito de montes de areias que se espalhava por quase toda a cidade,ofegantes mas sereno, paravamos as brincadeiras e, então ouvíamos os adultos falarem que uma ou outra família se mudava para outra cidade. Era como uma nota de morte, pois o passar do tempo nos mostrava que era uma ida sem retorno. Nunca mais víamos tais pessoas. Ficávamos tristes, muito tristes mesmo.
Hoje, passados tantos anos - tanto viver, o que se escuta é que ”o tempo voa e somos forçados a viajar” Que “Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo...”
E que “A vida tem três fases: nascer, viver e morrer. O homem não se sente nascer; esquece-se de viver e sofre para morrer”
Com o passar do tempo, as incertezas e as angústias próprias da vida vai envolvendo-nos deixando-nos mais fortes, no entanto quando alguém me anuncia a morte de uma pessoa, eu sempre penso numa longa viagem. E volto a me entristecer
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O Salão

O salão antigo tinha uma única porta e ficava no meio do quarteirão, do lado do sol, de modo que a tarde o ambiente ficava um calor muito forte e a freguesia escasseava. O corte do meu cabêlo acontecia sempre com êle falando, falando e eu cochilando naquela madorna. Tudo muito rápido. Nem por isso aquele ritual deixava de ser um momento de relax, de descontração.
Supreendeu-me a localização do novo salão. Numa esquina, com duas fachadas - frente e lateral. Muito ventilado e disposto de modo que a cadeira do freguês situava-se no centro, exposta aos passantes. Assim, eu estava aos cumprimentos de amigos que passavam pela calçada do salão. Um em especial veio falar comigo, ex-amigo de mesa de bar, que como eu, também fôra um pouco boêmio.
Já não se conformava com sua ausência àquelas mesas. Eu dizia que já não me sentia tanto desses encontros. Pois da última vêz que entrei em um bar, apesar do ambiente conhecido e familiar, as pessoas já não eram as mesmas. Outros rostos,outros nomes. O tempo, a idade da nossa geração, haviam afastados todos os confrades da sociedade, criando um barreira entre o novo e o antigo. Renovação dos tempos, também.
No decorrer desse nosso colóquio, no 1º dia do salão novo, de temas agradáveis envolvendo nossa turma, nossa cidade, outras pessoas se juntaram e nós, ao final, confessamos sem mágoas: carecemos é de lugar prá conversar, voltar a vida. E nenhum lugar melhor que o novo salão do barbeiro.
domingo, 5 de setembro de 2010
Perfil
Não sou um craque, muito menos atleta de final de semana. Mesmo assim, considero-me integrado ao meio esportivo...
Arisco
Sou um cara que gosta de ler, de ouvir e de meditar.
Arredio ao convívio social, busco a paz interior
Sou aquele cara que todos dizem ter muita sorte
E assim vou superando obstáculos e me achando feliz
Já fui pequeno e hoje sou grande
Não fiz acontecer, mas as coisas aconteceram...
“...Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...”
“...E que esse alguém me peça para que nunca mude...”
“...Que eu seja sempre eu mesmo”
Imagine eu devidamente fardado - calça azul de tergal e camisa amarela tipo "volta ao mundo". É mole, o meu primeiro emprego de carteira assinada e tudo que a legislação me dava direito.
Assim vou sobrevivendo e esperando chegar aos oitenta anos de idade, ou quem sabe mais além, com a memória ativa.
Sei que, eu e Neuma, vivemos uma história pontilhada de emoções, felicidades, correrias e muitas supresas. Como a chegada de netos, que quando dizem “Vô” enche nossos corações de felicidades!
Leituras fragmentadas deixadas aqui e alí
Meu Outro Blogger
Veja mais sôbre o autor no link abaixo:
AlterEgo
domingo, 22 de agosto de 2010
Soprando As Velinhas


Faz diferença entre tantas coisas nesta vida
Eu estar ao seu lado,mulher de força e fé,
Sou um cara de muita sorte e considero
Sorte e felicidade ter você
Pois você é meu porto seguro!
virar a página
Veja mais em PRAIA DE UPANEMA, link abaixo:
+ Que Palavras
terça-feira, 6 de julho de 2010
Vamos Cantar Parabéns Prá Yasmim
clique no título da postagem e veja + fotos
Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus. É ter a chance de fazer novos amigos. Aprender e ensinar novas lições. Sorrir e chorar. É tempo de apagar velinhas!
Ame seus amigos, ame o próximo pois assim você será mais amada.
Felicidades, Paz, Amor e Juízo. Que a tua vida navegue sempre em um mar límpido e tranqüilo com a serenidade e a pureza das rosas. Parabéns!
Parabéns pra YASMIM ARAUJO neste mês de julho – dia 7
quinta-feira, 5 de março de 2009
Burricada

Burricada
É manhã de uma segunda feira ensolarada. Dia em que crianças se arrumam para a escola e, pescadores já vão longe mar afora, um jumento solitário passa em frente ao portão de casa. Talvez a procura de pastagem. Pasto e muares tão raro no cenário urbano, ultimamente. Aforismo a parte, voltei meus pensamentos para o passado e as lembranças fluíram nitidamente.
Lembrei-me de outras manhãs em que o apito da Companhia Comercio & Navegação ainda não chamara os empregados ao trabalho. Nem havia movimento na rua, a exceção de um poucos pescadores em direção ao rio. Então eu abria o armazém de Sebastião e começava a varrer a calçada. Logo um burro devidamente arreado chegava e ficava parado em frente. Depois outro que também ficava parado e, logo depois chegava o Seu Zé, ou Zé do Upanema, senhor e dono dos burros. Era um senhor idoso, sério, de modos simples e vinha de Upanema de Cima fazer compras. Essa cena se repetia a semana toda.
Outras manhãs surgiram, outros momentos evocaram-me saudosamente as viagens que fazíamos a Mossoró. A tripulação do carro era dividida em lado direto e lado esquerdo.
Assim, íamos contando os burros que apareciam nas margens da estrada O curioso é que na parte da tarde, parte deles debandava para outro lado da estrada por conta dos mosquitos que começava a aparecer. Vencia o lado que contava mais burro. E, assim a viagem se tornava mais rápida.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Ortografando

Ao longo do tempo tenho cultivado o hábito do rádio ligado. Seja no local de trabalho ou em casa. Sintonizando-me, sempre entre a notícia do cotidiano e da música. Considero um passatempo numa mídia que, quase sempre pratico e, não atrapalha nas minhas atividades.
Então, Noticiaram a mudança da ortografia. Agora em prática, outra vez.
Vem daí o meu conhecimento brasileirinho. Digo assim, pois Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, em seus primórdios já falava que no sertão o cablôco tem que aprender uma outra cartilha. Lá, diz êle: “O jota é ji/o erre tem nome de rê/ypisilon lá é pissilone... A música é O ABC do Sertão.
Depois tiraram o ypisilon, o K, mas notei que eles nunca se ausentaram de vez.
Isso sem contar as mudanças ocorridas nas palavras - muitas arranjaram um novo significado, como urso, tísico... E assim como as patacas, vinténs, cruzeiros e cruzados, a nossa ortografia muda pra um recomeço, uma nova era.
Imagem: o Tirol
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
A Espera
Quando minha mãe morreu parece que alguém disse:
"senta aí, fique quieto". Fiquei.
Éramos três. Ailson, Adailson e eu.
Meu pai saiu, desapareceu e morreu.
Depois foi Ailson, cinco ou seis anos mais moço. Um irmão que eu nunca vi.
Agora, neste derradeiro mês e dia do ano, a vez de Adailson.
Continuo quieto e esperando.
Creio nunca ter superado a dor da separação.
A vida é uma longa espera
Leia a Liturgia Diária
"senta aí, fique quieto". Fiquei.
Éramos três. Ailson, Adailson e eu.
Meu pai saiu, desapareceu e morreu.
Depois foi Ailson, cinco ou seis anos mais moço. Um irmão que eu nunca vi.
Agora, neste derradeiro mês e dia do ano, a vez de Adailson.
Continuo quieto e esperando.
Creio nunca ter superado a dor da separação.
A vida é uma longa espera
Leia a Liturgia Diária
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Bomba 10 X CAERN 2

A fatura chega sempre, é infalível, No entanto o precioso líquido demora.
Dois meses atrás eu dizia:
Muitas vezes já me perguntei por que as coisas quebram? E sempre obtive respostas de difícel compreensão
As respostas sempre foram as mais evasivas. E foi difícil de entender o porque. Eu cresci ouvindo histórias cujos finais eram sempre com as palavras “...e foram felizes para sempre”. Também escutava muito se gabar da durabilidade das entidade jurídicas, como os estabelecimentos comerciais ou como a instituição do casamento - não havia garantia formal no ato da compra nem na hora do sim. Mas as coisas duravam, resistiam ao tempo. E como duravam.
Acontece. E as coisas ficam velhas e quebram, ou ficam velhas ou quebram por uma lei existente há séculos - o tempo. Tal qual acontece com a gente. O tempo passa e...
Simples e fácil de entender, não?
Agora, por conta de incidente repetidas vezes ocorrido em nossa comunidade, volto a perguntar por que as coisas quebram? E, principalmente por que a bomba da CAERN quebra? Não sei.
Imagem: CostaBrancaNews
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Nosso Tempo
Em 1836, o general Santa Anna e o exército mexicano estão varrendo o Texas. Para poder detê-lo, o general Sam Huston precisa de tempo para criar uma resistência. Tentando obter este tempo, ele ordena que o coronel William Travis defenda uma pequena missão a todo custo na rota dos mexicanos. A pequena tropa de Travis recebe o reforço de grupos que acompanham Jim Bowie e Davy Crockett, mas a situação se torna desesperadora. Travis deixa claro que não haverá vergonha se eles partirem enquanto podem, mas cento e oitenta e dois homens decidem fazer uma resistência heróica no forte Álamo. (sinopse do filme Álamo)
O Tempo urgia e o comandante do Forte Álamo necessitava ganhar tempo, contendo as tropas mexicanas que avançavam desvastadora. Enquanto se preparava para o iminente combate o senhor Parson rezava e dizia: “Agradeço a Deus pelo tempo e pelo lugar. Tempo para viver e um lugar para morrer. É tudo que todos os homens têm. Nem menos nem mais.” (do filme Álamo, produção de 1960, de John Wayne)
Depois de tanto viver, tantos caminhos pecorridos não há como a gente se esquivar a um pensamento respeitante ao tempo. Tempo passado, tempo que não passa e o tempo que tanto nos angustia: o que passa rápido demais.
Em quantas ocasiões ficamos a pensar que o tempo se arrasta. Que os ponteiros do relógio mal saem do lugar. Noutras, em que a felicidade é sentida, que o tempo é eterno. E depois consideramos que o tempo voou, passou rápido demais.
O tempo não precisa de tempo para existir. Nada é duradoro. Só resta as lembranças dos eventos, acontecimentos que marcaram nossas vidas.
Visualise outro blog clicando no título deste texto, acima.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Afetividade

Gosto de ver tudo que
relembra os tempos "da brilhantina", embalos e dos protestos que marcaram os primeiros anos da minha juventude. Tenho admiração e respeito por uma arte que, no passado, transmitia tanta emoção, tanta alegria, através da mídia falada, escrita (radio e revista) e também na sétima-arte.
Não é fácil supor que através do rádio vivíamos as emoções de uma radionovela ou de uma partida de futebol. Numa sala de cinema as alegrias dos encontros e as emoções passadas na tela eram mais intensas, mais impactantes.
Como são doces as lembranças dos anos dourados, dos filmes em salas de cinema. As radionovelas , principalmente as de Moysés Weltman, entre elas “O Anjo” e “Jerônimo, o Herói do Sertão”. A radionovela “Jerônimo, o Herói do Sertão” era o sucesso das 18:00 horas e tinha Jerônimo e Saci – heróis brasileiros, como personagens. A radionovela era um patrocínio de Melhoral
Sempre que posso eu repriso filmes cult. Filmes como Casablanca, O homem que matou o facínora, rastros de ódio (aqui o diretor John Ford e John Wayne eternizaram a figura do cowboi solitário). A lista de filmes é grande.
As imagens mostradas acima, pescadas na web, relembram esses tempos. E me enternecem.
Imagino que todos nós vivemos no mesmo mundo. E que nesse mundo, o tempo anda lado a lado com a gente. E nos arrasta, ora voraz ora tranquilo e sossegado.
P.S. - O final da novela Ciranda de Pedra, eu desconfio, exista semelhança com o final do filme Casablanca . Compare o clima "noir" e os figurinos dos personagens. Aproveite e veja imagens antigas de Areia Branca clicando no título do texto.
domingo, 17 de agosto de 2008
Um Seriado
Com os capítulos seguintes passamos, então, a se familiarizar com os trejeitos, caretas e esquisitices do detetive. E assistimos todos os medos, manias e desesperos do mundo caindo em cima do nosso herói. É triste o momento em que ele afirma se sentir horrível ao final de cada caso, pois no fundo sabe que não melhorou de suas fobias.
E assim segue o herói em sua via crucis na tentativa de desvendar o caso do assassinato de sua amada esposa, não importando se continuará o mesmo.
Vejo que o seriado aborda o assunto do medo, da síndrome do pânico. É o que imagino. É o medo que se transforma em doença. Olhe só o que eu li: Quem sofre de fobia, ao se deparar (ou às vezes simplesmente imaginar...) com as situações que desencadeiam suas crises, sentem um enorme medo, em geral acompanhados de pelo menos quatro dos seguintes sintomas:
falta de ar,
palpitações,
dor ou desconforto no peito,
sensação de sufocamento ou afogamento,
tontura ou vertigem,
sensação de falta de realidade,
formigamento,
ondas de calor ou de frio,
sudorese,
sensação de desmaio, tremores ou sacudidelas,
medo de morrer ou de enlouquecer ou de perder o controle.
Vale apena assistir. A lição que fica mostra o quanto podemos ser competentes. Não importa o grau de deficiência ou ineficiência.
Veja outro blogspot clicando no título do texto acima
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Parabéns Yasmim!
domingo, 8 de junho de 2008
Lenda

As noites em Areia Branca são, na sua maioria das vezes, agradáveis. Um vento mais ousado, ora do mar ora das salinas, chega e sopra sobre a cidade. Em pouco tempo ele fica ameno e então os corações mais apaixonados perambulam na madrugada em busca de outros corações ou, quem sabe de um cantinho pra dormir. Pode ser que noutros lugares as noites também tenham seus chamativos, mas nossa noite ressuscita a alma boêmia e velhos costumes vagueiam na madrugada recém-chegada.
Numa dessas noites, em especial de junho de um ano que já vai longe, sucedeu um encantamento, desses contado e recontado por antigos moradores. Onde um navegador mais ousado ancorou por estas terras e apaixonou-se por uma linda moça. Uma criatura de corpo leve, delgado e de uma brandura sem par. Busca-pés papocavam e no céu brilhavam fogos em homenagem ao santo protetor dos namorados. Nas estrelas não havia mais brilho que nos olhos dos dois enamorados. Os dois abraçaram-se e deitaram lado a lado. Ele ofereceu o ombro para ela encostar a cabeça e iniciaram um passeio na noite. Desde então são tidos como lenda.
Falo dessas coisas do coração, da força que move o mundo, o amor, em vista da proximidade dos dias do namorado porque eu também tenho uma namorada. Que é minha companheira nas noites seguidas de manhãs banhadas de sol. Apesar de nossas mudanças de endereços, ela ta sempre no meu coração e sempre passeamos na noite aconchegante de Areia Branca.
Numa dessas noites, em especial de junho de um ano que já vai longe, sucedeu um encantamento, desses contado e recontado por antigos moradores. Onde um navegador mais ousado ancorou por estas terras e apaixonou-se por uma linda moça. Uma criatura de corpo leve, delgado e de uma brandura sem par. Busca-pés papocavam e no céu brilhavam fogos em homenagem ao santo protetor dos namorados. Nas estrelas não havia mais brilho que nos olhos dos dois enamorados. Os dois abraçaram-se e deitaram lado a lado. Ele ofereceu o ombro para ela encostar a cabeça e iniciaram um passeio na noite. Desde então são tidos como lenda.
Falo dessas coisas do coração, da força que move o mundo, o amor, em vista da proximidade dos dias do namorado porque eu também tenho uma namorada. Que é minha companheira nas noites seguidas de manhãs banhadas de sol. Apesar de nossas mudanças de endereços, ela ta sempre no meu coração e sempre passeamos na noite aconchegante de Areia Branca.
Veja fotos da cidade, clicando no título do texto.
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